amor próprio

Observando os relacionamentos afetivos, percebo que muitas vezes as pessoas aceitam ser tratadas com menos amor do que merecem.

Permanecem em relacionamentos com quem as trata com pouca consideração, pouco cuidado, pouca atenção, pouca disponibilidade para se importar, para ouvir, para acarinhar e, muitas vezes, até para respeitar.
A verdade é que não aprendemos a ser amados, o que faz com que nos contentemos com migalhas.

Dentro de nós vive uma criança que sofre e anseia por um amor que nunca recebeu.
Apenas quando aprendermos a nos amar poderemos estar prontos para uma relação verdadeiramente amorosa.
No dia em que sentirmos esse amor, nunca mais permitiremos que alguém nos trate com menos amor do que esse amor que somos agora capazes de dar a nós mesmos.
Essa é a cura.
Essa cura interrompe a continuidade do estabelecimento de relacionamentos tóxicos que temos passado de geração a geração.

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