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Pense nas últimas decisões importantes que você tenha tomado, ou tenha tido o desejo de tomar.

Agora torne consciente o processo pelo qual essa decisão foi tomada.

Perceba se você tende a tomar a decisão por si mesmo, ou se costuma sair pelo mundo perguntando a todos o que fazer.
Por mais que ouçamos as pessoas é muito importante compreendermos que cabe a nós, e somente a nós, como seres conscientes e criadores, traçarmos o rumo de nossas vidas, tarefa que não está entre as mais fáceis.
Quando assumimos em nossas mãos o leme da vida e passamos a tomar decisões baseadas na autenticidade de nosso Ser, nem sempre somos aplaudidos por aqueles que nos rodeiam.

Muitas vezes o que acontece é o exato oposto.

Ameaçadas pela liberdade clamada e exercida por nós, é comum que as pessoas ao nosso redor reajam de maneira crítica, cobrando que voltemos a nos encaixar nos moldes que lhes pareciam mais confortáveis.
O fato é que há um preço a ser pago pelo direito de existirmos.

Algumas pessoas sairão de nossas vidas, outras nos compreenderão mal ou até nos atacarão.

Para resistir a essa barreira, é preciso que sejamos capazes de honrar a nós mesmos, capazes de permanecermos centrados em meio ao furacão, sem julgar àqueles que nos atacam, mas mantendo-nos firmes em nossa posição de auto respeito e no forte propósito de lutarmos por nossa existência.
Todos nós temos o direito de existir, de exercitar escolhas livremente, de cometer erros e acertos, de determinar o rumo de nossas vidas.

Tudo se trata de traçarmos nosso caminho de maneira que o caminho trilhado e o caminho da nossa alma, ou da nossa essência, sejam apenas um.

Quando somos capazes disso, tudo vai sendo naturalmente levado de volta ao lugar da paz, e o amor passa a se manifestar em cada passo de nossa jornada.