morte-patricia-gebrim

Nada nasce sem que algum tipo de morte seja vivenciada.

O ego precisa abrir espaço para que a alma possa passar.

Quando decidimos algo, mas decidimos DE VERDADE, com a alma, lá no fundo no nosso Ser, a estrutura de cada uma de nossas células começa a vibrar essa nova decisão, que passa a pulsar em nosso campo energético.

É como uma canção, inaudível aos ouvidos, mas que pode ser sentida pelos corações.
Quando isso acontece, tudo ao nosso redor começa a mudar, a dançar ao som da nova frequência.
É lindo perceber esse movimento da vida.

Ver que, muito rapidamente, o mundo ao nosso redor começa a se desfazer, como um castelo de areia à beira mar, levando com ele tudo o que já não tenha sintonia com a nova forma de Ser.

Ao mesmo tempo, um novo Universo de possibilidades começa a se manifestar, muitas vezes de forma absolutamente inesperada.

Surgem em nossas vidas novas pessoas, novas oportunidades, novos desafios.

Assim, o real esforço a ser empreendido nos processos de mudança é muito mais interno do que externo.

Quando você finalmente decidir saltar em direção ao novo, como o pássaro em seu primeiro voo, descobrirá que naquele espaço que existe para além dos controles, estará a vida, sempre pronta a te tomar nos braços e te levar de volta para casa.