Em um momento somos pressionados, por uma sociedade repressora e religiosa, a assinar, com sangue, sufocantes contratos de “amor” eterno.

Temos constantemente nos visto naufragar no barco do “até que a morte nos separe.”

No momento seguinte, somos inversamente catequizados por essa atual onda de uma ainda confusa liberação, a experimentar o amor livre, com toda a variação de entendimentos do que isso possa significar. Surfar essa onda, sem um lastro de virtudes, tem feito com que liberdade e libertinagem não se possam desvencilhar e assim acabamos, muitas vezes, perdendo o pé da situação.

_ Não seria um ato de amor cessarmos os julgamentos, pararmos de ditar regras e permitirmos que cada um siga o que manda seu próprio coração?

Ouçam. Nunca existirá um caminho único que contemple a maravilhosa diversidade humana. Há um imenso potencial de aprendizado em QUALQUER experiência e não cabe a NINGUÉM determinar a cor do aprendizado alheio.

Quer saber? Encontre alguém que tope trilhar o mesmo caminho que você e vá em frente, seja para onde for.

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