O perdão não pode chegar enquanto for uma obrigação criada pela mente.
Se você está sentindo raiva de alguém, a raiva é a sua verdade.
A verdadeira raiva é mais saudável do que a máscara do perdão.
Sinta-a.
Em sua plenitude.
Não a despeje sobre ninguém.
Apenas sinta.
Assuma, no entanto, responsabilidade por qualquer sentimento que brote de você.
Independentemente do que o outro lhe tenha feito, equilibrar isso que pulsa em seu íntimo é “sua” tarefa.
O Universo é divinamente justo.
Não cabe a você colocar em ação atitudes vingativas.
Entregue.
Afaste-se se necessário, preserve a si mesmo.
Não desperdice sua energia odiando ninguém.
Direcione essa preciosa energia a si mesmo, na forma de proteção, acolhimento, cuidado e amor.
Pegue a si mesmo no colo.
Trate a si mesmo com respeito, gentileza e delicadeza.
Quanto maior você se tornar, menor será a ferida que lhe causou dor, até que um dia você será tão grande que mal a conseguirá enxergar.
A isso chamo perdão.
Quando nos tornamos grandes assim compreendemos também que não havia nada a ser perdoado.
Tudo está a serviço da nossa evolução.

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